maio 30, 2008
The world gives turns.
maio 27, 2008
Esse aqui que eu tô pegando há um ano.
maio 21, 2008
Como queira.
maio 20, 2008
Poxa vida! Tô puta!
maio 18, 2008
Maktub

- Licença.
- Diga.
- Professor, me chamo Aline, sou aluna do
- terceiro de Quimíca Orgânica.
Estranho.
- Isso.
- Diga.
- Professor, achei injusto o que o senhor fez comigo aula passada.
- Tirar sua prova pois tentou me fazer de idiota colocando um resumo embaixo do teste?
- Er, desculpe professor. Deveria ter pensado nisso. Não foi desse jeito que pensei, e bom, deixa pra lá.
Virei para sair da sala, mas ele me chamou.
- Aline.
- Professor?
- Sente - se.
E sem reclamar, eu o fiz. Ele permaneceu calado por alguns minutos, a contemplar meu rosto. No começo fiquei constrangida, logo após com medo, mas depois comecei também eu, a repará - lo. Seus olhos de traços fortes, azuis intensos. Sua boca bem desenhada, com dentes muito brancos. Como era bonito! E eu nunca havia reparado. E porque? Deve ser porque ele era muito, mas muito chato. Totalmente irritante, rude, e grosso.
- Aline. - Disse ele me despertando daquele estado de choque.
- Sim senhor?
- Se continuar a faltar nas minhas aulas, acho que ficará de recuperação na minha matéria.Você sempre passa raspando nas minhas provas, e a matéria está dificultando cada vez mais.
- Tenho dificuldades em Química Orgânica e...
- E comigo.
Calei me.
- Aline, sei que sou rude contigo. Mas sou com todos. O faço para manter a disciplina na classe.
- Não acho isso. - Respondi corajosamente.
- Não acha? - Respondeu ele assustado.
- Não. Não acho, acho que o senhor é rude porque é seu modo de ser.
Ele riu.
- Deixe - me provar ao contrário?
- E como o faria professor?
- Posso leva - la para jantar hoje?
E eu assustada, aceitei. E foi aí que começou. Sempre muito carinhoso comigo. Atencioso. Me enchia de presentes. Era perfeito. Mas existiam as mentiras, e os filhos e o resto. Continuei parada em frente daquela porta, indecisa, mas ao mesmo tempo decidida. Bati.
- Entre.
Ele estava lá. Atrás da sua mesa. Lindo como sempre. E com a camisa verde musgo, que EU havia lhe dado.
- Minha linda! - Sorriu ele.
- Felipe. Preciso falar contigo.
Ele levantou. Foi até mim, e arrancou um beijo quente e desejoso da minha boca.
- Querida, se for cobrar o término do meu relacionamento. Por favor, eu já expliquei...
- MENTIRAS! - Gritei dominada pela raiva.
- Não meu anjo. - Assustou - se ele.
- MENTIRAS. UMA ATRÁS DA OUTRA FELIPE!
- Line, por favor, fale baixo. - Pediu calmamente.
- Felipe, eu te amo, mas não dá mais. Eu, eu não aguento mais. - E lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos.
- Não aguenta o que Aline? Seja direta! - Pediu ele impaciente.
- Essas mentiras. Fale sério Felipe. Nunca planejou casar - se comigo!
- Não, não, eu quero, e, e, nós vamos nos casar e mudar de cidade e...
- Pra mim chega! Você me conta essa mesma ladainha há 2 anos Felipe!
- Por favor Aline, acalme - se. Eu amo você e vamos nos casar e seremos muito felizes. - Disse ele me abraçando e eu comecei a amolecer - me em seus braços. Eu não precisava fazer aquilo. Eu não precisava terminar. E porque terminar? Nos amavamos não? Pertenciamos um ao outro. Ou não. Minha consciência começou a martelar inúmeras coisas. Desvencilhei - me dele, e olhei profundamente em seus olhos.
- Felipe, pretende mesmo casar - se comigo?
Desviando o olhar do meu, ele disse que sim.
- Felipe. - Puxei o rosto dele de modo que seus olhos ficaram fixos no meu. - Pretende mesmo?Silêncio. Foi aí que chorei mais ainda. Estava tudo confirmado. Era realmente falsas promessas. Tudo mentira. Dei as costas a ele. Estava acabado.
- Aline! Entenda meu lado, por favor. Pediu ele. Mas eu nada fiz. - Aline! Tentou novamente.
Minha vida tinha acabado. Eu queria que ele pulasse em frente a porta, e me agarrasse. Começasse a me beijar loucamente, ligasse para sua esposa e terminasse com ela. Como não o fez, eu simplismente esperei que somente me agarrasse. Mas nada. Fechei a porta, e dirigi - me as escadas. A cada degrau deixado para trás era um pedaço de mim que morria. Porém nenhum 'Aline' foi ouvido, nenhum suspiro, nem lágrimas. Talves então ele preferisse a mulher a mim. Ou talvez ele nunca me tivesse amado de verdade ou talvez eu tivesse me iludido demais. Ou talvez. Ou talvez. Ou talvez.
maio 17, 2008
maio 12, 2008
Liberty
maio 11, 2008
E depois de um filme
maio 08, 2008
maio 07, 2008
Homenagem aos que me odeiam
maio 05, 2008
Um monstro engoliu minha amiga
Prezado leitor, (vou imaginar que tenho muitos leitores ok? Isso daria um up legal no meu dia: UM BEIJO PROS MEUS FÃS MARAVILHOSOS, sendo assim...).
Em uma dessas mudanças constantes de humor que venho tendo, refiz esse blog. Vou explicar melhor, eu, eu mesma, e nenhuma Irene já fizemos (ou seria fiz?) pelo menos quatro blogs destes, os quais depois de feitos, eram fechados logo em seguida. Não sei o que acontece, eu fico horas escolhendo cores, nomes e frases, e depois dele prontinho, tinindo, eu vou em Minha conta > Fechar Blogspot. Mas isso não acontece só com blogs não. Faço isso quase que semanalmente com fotologs, orkuts e derivados. Enfim, mania, loucura, ou qualquer nome que queiram dar, porque eu mesma não sei explicar tal fato.
Então venho por meio deste ( - T, já não te falei milhões de vezes pra não usar o termo ' veio por meio deste? É passado ! É clichê! - Tudo bem professor. ), continuando, VENHO POR MEIO DESTE, contar - lhes uma história, não estou aqui pra desabafar ou algo do tipo. Mas fiquei com vontade, de escrever sobre tal assunto. O que vou lhes contar é muito importante, e um tanto quanto assustador, e você, somente VOCÊ querido leitor assíduo de blogs, vai ficar sabendo ! Se sinta único, e especial meu querido (a), vejaleia isto: UMMONSTROINGOLIUMINHAAMIGA! Tá bom, eu digo mais devagar. UM - MONSTRO - ENGOLIU - MINHA - AMIGA. Sim meu bem, UM MONSTRO, um com qual não sei lhe dar. Ele a comeu, e agora está vivendo no corpo dela. Tipo assim, um parasita, meio como uma lepra fazendo parte dela. Ele está sugando toda frieza que ela possuia ( a qual pra mim é uma qualidade ok? ), e fazendo dela a menina mais doce ( isso não é um elogio, deixando claro ) que possa existir. Ele também está mudando os princípios dela, aqueles essenciais, aqueles que toda pessoa deve ter. Aquele princípio que coloca elas antes dele. Aquele princípio que GRAÇAS A DEUS, eu possuo. E sempre por toda a minha vida, quero possuir. Enfim, o monstro a engoliu e apoderou - se dela. A modificou. E eu lhe digo agora querido(a), o que eu faço? Como eu ajo? Vou lhes dizer que isso já aconteceu antes. Uma vez .E o resultado não foi muito o qual eu quero que aconteça nesse caso. Me entendem? Proponho - me a partir de agora então a parar de deixar esse caso de lado e tentar usar todas minhas forças contra esse monstro maldito. Nem que para isso eu tenha que pedir ajuda a tal de Irene. Sendo assim, um beijo de eu, eu mesma, e agora da Irene também.